Versão final da Base Nacional Comum no ar

Primeiros passos para a implementação - Para Gestores

As redes de ensino devem começar a se preparar para a implementação da Base Nacional Comum Curricular. Pensando nisso, nós preparamos um guia especial com ações e iniciativas que podem orientar o trabalho das secretarias de educação.

As principais frentes de implementação de bases curriculares no mundo

  • Comunicação e engajamento

  • Elaboração dos currículos locais

  • Formação continuada dos professores

  • Formação inicial dos professores

  • Material didático

  • Avaliação

  • Apoio pedagógico aos alunos

  • Feedback e revisão

COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO

Garantir, por meio de mensagens-chave claras, que a comunidade educacional e a sociedade civil entendam a importância da Base e como acontecerá sua implementação. O engajamento de atores considerados chave para o processo é fundamental para fortalecer o compromisso de colocar a Base em prática.

Para Refletir

Quais são os atores-chave que devem ser engajados?

Quais mensagens devem ser priorizadas?

Qual parte/atividades da comunicação deve ser centralizada (organizada nacionalmente) e descentralizada (organizada pelas redes ou pelas escolas)?

Quais meios podem ser utilizados para disseminar as mensagens?

Como os esforços de comunicação devem ser distribuídos ao longo do tempo?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia de comunicação e engajamento

Ampla campanha, feita pela Acara (Australian Curriculum, Assessment and Reporting Authority) e pelos estados, com mensagens curtas e muito claras sobre o que seria feito, quando e por quê. Os cronogramas da implementação, definidos por cada estado, foram publicados em uma plataforma online.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia de comunicação e engajamento

Priorizou a mensagem de que os professores seriam peça fundamental para o sucesso da implementação. As escolas foram comunicadas sobre a Base por meio de programas de estudo – materiais que fazem uma tradução didática dos objetivos de aprendizagem.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia de comunicação e engajamento

Quase dois anos depois da aprovação do Common Core, o plano de implementação foi publicado numa plataforma online, com sugestões de estratégias de implementação para os gestores locais e material de apoio para os professores.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia de comunicação e engajamento

Dois meses após a publicação, o estado apresentou os novos padrões curriculares para grupos de especialistas, de professores e organizações educacionais locais. Criou e publicou em uma plataforma online o cronograma de implementação e materiais de apoio para os distritos escolares.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia de comunicação e engajamento

As escolas são as responsáveis pela comunicação com as comunidades locais (professores e famílias), além de terem mais condições de tirar dúvidas específicas de professores, pais e alunos. A comunicação aconteceu depois da elaboração dos currículos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

ELABORAÇÃO DOS CURRÍCULOS LOCAIS

Técnicos, gestores e professores criam ou adaptam os currículos estaduais, municipais e das escolas de acordo com as orientações da Base. Os currículos locais são cruciais para que o documento tenha impacto no aprendizado dos alunos.

Para Refletir

Como garantir que as redes/escolas recebam o apoio necessário para a tarefa?

Qual o prazo para o desenvolvimento e revisão dos currículos?

Quais são as etapas desse trabalho? Há um “modelo” para isso?

Como as redes/escolas podem atuar de forma colaborativa, trocando experiências?

Quem deve ser envolvido no processo de elaboração?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para elaboração dos currículos locais

Dos 8 estados/territórios, 5 usaram diretamente o documento nacional e 3 adequaram seus currículos. A maioria deu um ano para as escolas se familiarizarem com os conteúdos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para elaboração dos currículos locais

Cada escola e município poderiam fazer seus currículos, mas no geral, por falta de recursos técnicos, a maioria seguiu guias do Ministério da Educação para colocar o currículo nacional em prática.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para elaboração dos currículos locais

Uma comissão estadual, eleita pelo governador e pelo legislativo, formada por professores do ensino fundamental e médio, analisou os padrões nacionais para mudar o que achassem necessário e incluir conteúdos locais. O processo durou 4 meses.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para elaboração dos currículos locais

O estado coordenou um grupo de professores do ensino básico e superior para elaboração dos complementos dos padrões nacionais. O documento local foi submetido à consulta pública, revisado e implementado em seis meses. A rapidez do processo gerou confusão entre professores e pais.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para elaboração dos currículos locais

Processo realizado pelas escolas, com forte grau de autonomia. Cada escola fez uma customização do currículo nacional, sequenciando as expectativas de aprendizagem de acordo com os interesses de seus alunos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES

É a preparação dos professores em serviço para que eles entendam os objetivos de aprendizagem descritos na Base e tenham condições de incorporá-los em seu trabalho e, assim, impactar o aprendizado dos alunos.

Para Refletir

Qual o grau de centralização da formação (nacional x redes)?

Quem custeará?

Quando devem começar a ser estruturadas e executadas?

Como dar escala, com agilidade e qualidade?

Quem poderá oferecer?

Quais materiais devem ser desenvolvidos e por quem?

Como monitorar sua efetividade?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para formação continuada dos professores

Cada estado/território desenvolveu seu programa de treinamento de professores. A maioria iniciou na capacitação um ano antes de começar o ensino com o novo currículo e manteve o programa no ano seguinte, com o novo currículo já em prática.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para formação continuada dos professores

Realizada por meio dos programas de estudo desenvolvidos pelo Ministério da Educação para cada área do conhecimento. Os programas trazem um planejamento anual para trabalhar com os objetivos de aprendizagem, com exemplos de atividades didáticas e de avaliação.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para formação continuada dos professores

O programa de preparação é realizado em parceria pela Associação de Professores da Califórnia e pela Universidade Stanford. Foram selecionados cerca de 300 professores da rede pública para liderar a capacitação em suas comunidades locais. Houve forte adesão de professores, com financiamento de diversas fontes, entre fundações e órgãos educacionais locais e nacionais.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para formação continuada dos professores

Desde 2011, seis meses após a publicação do currículo local, os professores são treinados pelo estado, com apoio de materiais didáticos contendo planos de aula. Todo material foi divulgado online.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para formação continuada dos professores

Foi realizado pelo braço do Ministério da Educação responsável pela formação de professores. O principal recurso utilizado foi um portal online, que reúne indicações de sites selecionados por professores e revisados por pares contendo textos, vídeos, questionários, planos de aula e outros recursos didáticos associados aos tópicos abordados no currículo.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

FORMAÇÃO INICIAL DOS PROFESSORES

É o alinhamento dos currículos dos cursos superiores de Pedagogia e licenciaturas aos objetivos de aprendizagem da Base, para que futuros professores tenham preparo de alta qualidade para enfrentar os desafios da sala de aula. Também fazem parte desta frente ajustes nas avaliações do ensino superior e nas matrizes de concursos de seleção para contratação de professores.

Para Refletir

Quais os elementos do atual modelo de formação inicial precisam ser alterados?

Há modelos em outros países que podem ser usados como referência para pensar a reforma da formação inicial?

Quais atores precisam ser envolvidos?

Qual deve ser o prazo?

Quais outras mudanças devem acontecer para induzir a adaptação das instituições de ensino à Base?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para formação inicial dos professores

A formação inicial dos professores tende a acontecer com um enfoque mais geral, mas a maioria dos cursos têm engajado os estudantes no novo currículo.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para formação inicial dos professores

As novas bases curriculares têm sido assimiladas pelos alunos das universidades nos estágios docentes que, nos últimos anos, têm tido a carga horária aumentada.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para formação inicial dos professores

As universidades, que são autônomas, se engajaram e atualizaram os critérios de seleção de estudantes de acordo com os novos padrões nacionais. A Comissão de Certificação de Professores do estado exige, desde 2014, um plano de alinhamento da formação docente aos novos padrões.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para formação inicial dos professores

As universidades, que têm muita autonomia, são pró ativas na formação dos docentes de acordo com os novos padrões curriculares.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para formação inicial dos professores

A formação de professores é centralizada no Instituto Nacional de Educação, ligado ao Ministério da Educação, e a adequação ao novo currículo nacional se deu simultaneamente com o desenvolvimento de currículos locais.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

MATERIAL DIDÁTICO

Garantir a oferta e a qualidade de materiais didáticos alinhados com a Base.

Para Refletir

Como garantir que todas as etapas tenham materiais didáticos alinhados à Base?

Além do livro, quais outros materiais podem apoiar o professor nas aulas?

Como apoiar editoras e outros fornecedores a compreender a Base?

Como redes, professores, gestores e outros especialistas podem ser incentivados a colaborar com a elaboração e curadoria de materiais didáticos?

Qual o papel da tecnologia nessa frente?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para material didático

As editoras começaram a mudar seus materiais assim que o rascunho do currículo nacional foi publicado. Os novos materiais foram lançados seis meses depois da aprovação do currículo final. São vendidos diretamente para as escolas, sem passar por autoridades.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para material didático

As editoras elaboraram novos materiais didáticos a partir de critérios estabelecidos em licitação pelo Ministério da Educação. As escolas públicas começaram a receber os livros didáticos em 2013, um ano após o início da implementação.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para material didático

Professores do ensino básico e universitários, gestores e pais participaram de painéis de revisão dos materiais didáticos de editoras e o Departamento de Educação do estado foi responsável pela aprovação final.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para material didático

Muitos distritos (que escolhem livremente) usam livros produzidos por editoras comerciais, mas é também crescente o número de escolas que usam os materiais produzidos pelo estado e publicados numa plataforma online, com estruturas de aulas e atividades práticas.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para material didático

O Ministério da Educação realizou formações para os editores de materiais. Depois de avaliar a produção, o Ministério publicou em seu site uma lista de livros e empresas que atendem aos padrões nacionais. A escolha dos livros é feita na escola.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

AVALIAÇÃO

Reorientação das avaliações de aprendizado dos alunos em todos os níveis (nacional, estadual e municipal). Suas matrizes passam a seguir o novo modelo curricular.

Para Refletir

Como se dará a transição entre as antigas e novas avaliações, em todos os níveis de governo?

Como as mudanças serão comunicadas de forma geral (professores, alunos, pais, sociedade)?

Em que momento as novas avaliações começarão a ser aplicadas?

Quem deve ser envolvido no desenvolvimento das novas avaliações?

Que tipo de devolutiva deverá ser dada aos professores?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia de avaliação

Em 2016, cinco anos após o início da implementação, será aplicada a primeira avaliação de acordo com o novo currículo nacional, para aos componentes de Língua e Matemática.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia de avaliação

A avaliação nacional de 2013, um ano após o início da implementação, considerou os novos padrões (2º e 4º ano). A adaptação está conturbada, já que são avaliados os aprendizados ao longo do tempo (uma mesma prova, portanto, avalia o novo e o velho currículo). Os moldes da avaliação estão sendo revistos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia de avaliação

O estado suspendeu as avaliações nos primeiros dois anos, até criar um modelo coerente com os novos padrões. Em 2015, a primeira avaliação (online) foi aplicada. É proibido por lei comparar os resultados das avaliações pré e pós Common Core.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia de avaliação

A avaliação começou no ano letivo seguinte ao da implementação. Os professores acharam pouco tempo. Houve conflitos com eles e com as famílias – 20% dos pais optaram por não submeter seus filhos à avaliação de 2015.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia de avaliação

Avaliações são feitas ao fim de cada ciclo completo com o novo currículo. Ou seja: os alunos que ingressaram este ano no primeiro ciclo, de seis anos, só serão testados segundo o novo currículo ao final desses seis anos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

APOIO PEDAGÓGICO AOS ALUNOS

Recursos para ajudar alunos a enfrentar eventuais defasagens em função de um possível patamar mais alto de exigência ou de mudanças na estrutura curricular.

Para Refletir

Como apoiar as redes e escolas para trabalhar possíveis defasagens dos alunos?

Quais recursos e ferramentas devem ser oferecidos às redes e escolas?

Quais atores podem apoiar o processo?

Como a tecnologia pode ajudar?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para apoio pedagógico

Os estados/territórios criaram juntos uma agência de recursos educacionais, que reúne fontes de informações e links para vídeos, softwares, textos e apresentações relacionadas aos objetivos de aprendizagem. Esses materiais foram produzidos por empresas privadas, governos e ONGs.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para apoio pedagógico

O apoio extra aos alunos é dado essencialmente via suporte aos professores.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para apoio pedagógico

Os materiais desenvolvidos para apoiar os professores na implementação incluem orientações de como lidar com alunos de baixo desempenho durante a implementação dos novos padrões.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para apoio pedagógico

O apoio extra aos alunos é dado essencialmente via suporte aos professores.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para apoio pedagógico

O Ministério da Educação destaca professores auxiliares que ajudam os alunos com dificuldades de aprendizagem. Eles atuam em programas de aulas extras, com turmas reduzidas.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

FEEDBACK E REVISÃO

Todo novo modelo curricular passa por um processo de amadurecimento. Para que se mantenha sempre atual e aplicável nas salas de aula, é preciso desenvolver um processo de coleta de feedbacks e ajustes/revisões que permita seu aprimoramento periódico.

Para Refletir

A partir de quando se começará a colher feedbacks?

De que forma os feedbacks serão coletados e publicados?

Quem é responsável pela realização de ajustes e revisões?

Com que frequência e por meio de qual processo serão realizados ajustes e revisões?

Confira na linha do tempo 5 casos internacionais para estratégia  de implementação ou baixe os documentos com linha do tempo comparativa e lições aprendidas nas Implementações.

Austrália

Chile

Califórnia

Nova York

Cingapura

AUSTRÁLIA

Estratégia para feedback e revisão

Há revisões periódicas programadas, feitas a partir de feedbacks das escolas e professores coletados no site da Acara, de dados do Google Analytics e pesquisas.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CHILE

Estratégia para feedback e revisão

Ainda não houve consultas formais para feedbacks sobre as novas bases curriculares, nem revisões do texto. Há, no entanto, uma avaliação informal (de professores e do governo) que diz o que é preciso melhorar. Para o futuro, foram definidas revisões periódicas: uma revisão para pequenos ajustes a cada 6 anos e uma revisão completa a cada 12 anos.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CALIFÓRNIA

Estratégia para feedback e revisão

Ainda não há revisões previstas.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

NOVA YORK

Estratégia para feedback e revisão

Uma força-tarefa estadual revisou os padrões, os currículos e as avaliações em dezembro de 2015 e chegou à conclusão que é preciso rever e ajustar o currículo, materiais e avaliações.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

CINGAPURA

Estratégia para feedback e revisão

Revisão periódica é prevista a cada seis anos e uma revisão parcial, para pequenos ajustes, na metade desse prazo.

OBS: O ponto inicial da escala em anos é o da publicação dos padrões. A avaliação, em Cingapura, está fora de escala (ano 6)

  • Comunicação e engajamento

  • Elaboração dos currículos locais

  • Formação continuada dos professores

  • Formação inicial de professores

  • Material didático

  • Avaliação

  • Apoio pedagógico aos alunos

  • Feedback e revisão

Entrevistas com especialistas

Tracey McAskill e Phil Lambert - Desafios da implementação da Base

Em setembro de 2016, o Movimento pela Base conversou os especialistas em currículo Tracey McAskill e Phil Lambert sobre a implementação da Base Nacional Comum Curricular. Neste vídeo, eles comentam os principais desafios para a implementação da Base Nacional Comum Curricular. Confira!

Tracey McAskill e Phil Lambert - Os professores e a implementação da Base

Em setembro de 2016, o Movimento pela Base conversou os especialistas em currículo Tracey McAskill e Phil Lambert sobre a implementação da Base Nacional Comum Curricular. Neste vídeo, eles ressaltam a importância do envolvimento dos professores neste processo. Confira!

Análises da 2ª versão da Base - O que ainda pode avançar?

Os australianos Tracey McAskill e Phil Lambert são especialistas em currículo. Em setembro de 2016, o Movimento pela Base conversou com eles sobre os possíveis avanços para a 3ª versão da Base Nacional Comum Curricular. Confira!

Tracey McAskil e Phil Lambert - Mudanças que a Base traz para o dia a dia da escola

Os especialistas em currículo Tracey McAskill e Phil Lambert falam sobre a implementação da Base Nacional Comum Curricular e como ela muda o dia a dia na escola e dos professores.

Anne Lin Goodwin - Desafios de implementação da Base

Anne Lin Goodwin é vice-reitora e professora de Educação na Teachers College, Universidade Columbia. Ela é uma das maiores especialistas em currículo e formação de professores do mundo. Neste vídeo, Anne comenta os desafios para implementar uma Base Nacional Comum.

“O sucesso da BNCC depende de sua implementação”, afirma David Peck, especialista da Curriculum Foundation

Especialista ressalta a importância do processo de implementação.